...o vocalista do Linkin Park, Chesten Benning, deu uma entrevista ao G1 e falou, além do disco mais recente da banda, o "The Hunting Party" (2013), falou algo muito bacana sobre a criação dos filhos como um rock star:
Já que estou em contagem regressiva pra ficar mais velho...
...estou compartilhando com vocês algumas coisa bacanas que escrevi durante os últimos tempos, talvez fale de alguns filmes ou seriados (se não falar é pela correria da vida off-blog), mas com certeza algumas músicas tem que estar aqui.
Linkin Park, pra quem acompanha o Desventuras, é figura carimbada e uma das minhas bandas favoritas. E lá em meados de 2001, eles lançavam o Hybrid Theory, primeiro disco da banda.
A história não mente e todos sabem que grandes bandas tem em seus primeiros discos o epicentro de toda a sua história. Bom, um disco que começa com Papercut, deve e merece ter todo o respeito.
Infelizmente é uma das menos conhecidas da banda pelo grande público, já que na época, "In The End" e "Crawling" foram os carros-chefes do disco e que levaram a banda ao estrondoso sucesso que fizeram na época (e fazem até hoje).
É uma pancada certeira, com uma letra pesada, falando sobre as paranoias que criamos dentro de nossas cabeças (muitas vezes sem sentido) e que precisam de alguma forma sair de lá.
Boas lembranças de um tempo que não volta mais...mas que me fizeram chegar bem até aqui.
Então solta o som (no talo de preferência) e curta o som!
"It's like I'm paranoid lookin' over my back
It's like a whirlwind inside of my head
It's like I can't stop what I'm hearing within
It's like the face inside is right beneath my skin"
...marcam não só momento das nossa vida, mas a nossa história.
Com certeza o Linkin Park marcou não só momentos da minha vida. E isso é muito em meio as milhares de canções que já ouvi nessa vida que Deus me deu.
Depois de arriscar um caminho perigoso, mas totalmente com os pés no chão, a banda vai voltando a alternar entre o nu metal de outros tempos e as músicas mais cabeças iniciadas em Minutes to Midnight (2007).
É o mesmo Linkin Park, mas com um ar revigorado. É música boa...pra variar, claro. Pode ouvir sem medo:
...DESCULPAS POR NÃO TER PUBLICADO ESSE VÍDEO ANTES.
Simples assim.
Música sensacional do Linkin Park, depois de umas mudanças na sonoridade um pouco estranhas, temos essa música, que está no disco A Thousand Suns (2010) que entrou pra minha playlist móvel e nunca mais saiu.
Viagem sensacional tanto visual como auditiva.
Ouçam:
"With fists flying up in the air / Like we're holding onto something
That's invisible there / Cause we're living at the mercy
Of the pain and the fear / Until we dead it
Forget it / Let it all disappear"
...um disco de remixes, a exemplo de Reanimation (2002). Dessa vez a base é o último disco da banda, Living Things, lançado no ano passado.
Sinceramente, e até como comentei no vídeo lançado ontem no canal oficial da banda no YouTube, sinto falta do peso que a banda tinha nos primeiros discos.
Contudo, é uma boa música e o clipe, uma viagem muito doida.
O single conta com a participação do DJ americano Steve Aoki. Não conheço o trabalho dele, mas não deve ser pouca coisa já que os caras do Linkin Park não iam chamar qualquer um para participar do primeiro hit single de Recharged, que será lançado em 29 de outubro.
Eis a trilha do terceiro filme dos Transformers, aqui conhecido como O Lado Oculto da Lua.
Filme pipoca com uma trilha tão intimista me soou bacana nos créditos finais. Esse Michael Bay de bobo não tem nada e chama logo uma das melhores bandas da atualidade para ter uma música foda como trilha sonora.
E só por ser Linkin Park tem meu crédito...e o mais legal, foi pesquisando sobre, leio o que Mike Shinoda falou sobre a descrição do diretor, e DJ da banda, Joe Hahn, quando ele foi lhe falar sobre a ideia do clipe.
...uma das melhores bandas da recente geração, mais precisamente da geração new metal, e colocam uma animação fodástica como clipe de uma das músicas que definiram o estilo único que o Linkin Park apresenta desde o lançamento Hybrid Theory, lá no já longínquo ano de 2000.
Com a direção do sempre eficiente Joe Kahn, que é o DJ da banda, a cereja do bolo vem da animação de Kazuto Nakazawa, animador japonês que tem vários trampos bacanas, mas que ficou mundialmente conhecido por ter feito a sequência de animação no clássico de Quentin Tarantino, Kill Bill Vl. 01.
...com a derrocada do eles do mundo pop (leia emo), sempre olhava com desconfiança tudo o que lançavam. Algumas músicas como Cedo ou Tarde, Apenas Um Olhar e mais recentemente Só Rezo, me mostravam um pouco daquela banda que vi engatinhando no Hangar 110 alguns anos atrás.
Culpa do mercado atual? Culpa do Rick Bonadio? Culpa da falta de oportunidades, e as que aparecem tem que ser aproveitadas?
Não sei ao certo. Nunca saberemos. Sei bem como é dura a vida de banda que se vira por conta própria. E sei mais ainda que não são todas que tem a oportunidade de mostrar a que vieram. Fato é que, ficou claro que de alguns anos pra cá, o Nx vem tentando se libertar do rotúlo "emo" que casam perfeitamente com banda como Restart, Fresno e Cine. Afinal de contas, conheci eles (a banda) no templo do hardcore paulista (quisá nacional!) e musiquinhas de Malhação não faziam jus ao que tinha visto lá.
Eis que, ouço falar desse tal Projeto Paralelo. Após o lançamento da música Só Rezo, faixa do disco Sete Chaves lançado em 2009, vi que aquela essência rock estava querendo voltar. Uma letra bacana, uma sonoridade menos pop. E a ideia de misturar rock com rap, levada ao maistrem por bandas como Planet Hemp, Raimundos e Charlie Brown Jr., sempre funcionou, quando bem executada (ok, Strike?).