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29 de julho de 2014

O Significado do Rock

Toda última sexta-feira...
Imagem: Comunicação Interna - Europ Assistance Brasil
Imagem: Comunicação Interna - Europ Assistance Brasil
de cada mês, a empresa onde trabalho, Europ Assistance Brasil, sugere um tema para a chamada Sexta-Feira Animada.

Como no mês de Julho tivemos o Dia Mundial do Rock (pra quem vive longe das coisas boas do mundo, dia 13 de Julho), a empresa resolveu intitular sua semana com o tema.

Foi bem legal ver todos me perguntando "porque você não está de preto?".

Achei engraçado esse questionamento, pois o rock está na minha vida desde que me conheço por gente, mas nunca curti muito o esteriótipo ao qual ele foi restringido. Sempre teremos o rock vinculado a imagens icônicas: a pélvis de Elvis nos 50, a psicodelia dos 60, as cabeleiras dos 70, a cafonice e o preto dos 80, a grungisse dos 90 e o desleixo dos 00.

Contudo, em nenhum desses, a não ser uma parte da grungisse (camisa xadrez) dos anos 90, encontrei uma forma de expressar a rebeldia imposta aqueles, como se fosse parâmetro para gostar do estilo, que refletisse a minha pluralidade frente a tantas rotulações.

Heavy, indie, soft, glamour, hard, pop...o rock é o rock porque sempre se permitiu o que sempre pediu de seus fiéis seguidores: transpor barreiras. Logo, no momento que se transpõe o lugar comum das mesmices, quando se é "marginal" as regras impostas pelo que a sociedade em geral consome, já temos ai uma atitude rock.

Triste é aquele que se restringe a uma única vertente desse estilo que não se resume apenas em guitarras distorcidas, grunhidos inaudíveis e overdoses em casa esquina. O rock acompanha a história da sociedade tida como moderna por causar justamente discussão de temas que sempre foram (e infelizmente ainda são em algumas cabeças perdidas) tabu.

Logo, o rock não é só um estilo musical. É uma filosofia de vida. E se ser roqueiro é isso, sou com todo prazer.

E baseado nisso, fiz um pequeno texto que foi escolhido na já citada Sexta Animada com um dos dois mais bacanas.

Reproduzo aqui para vocês:
"It's only rock n' roll, but I like it..." - The Rolling Stones

21 de julho de 2014

Guns N' Roses - Nightrain

Após marcação do brother...
...Rodrigo Medina (visitem o blog dele, A Esta Hora, O Discurso...ou melhor, do Teddy Villar, desculpa man..rs) em um dos vários post sobre a sua banda preferida, e na minha lista de bandas mais fodas do rock, o Guns N' Roses, me veio uma ideia simples e que compartilho com vocês nesse post.

Há algum tempo o Guns reformulou toda a sua formação e as críticas foram inevitáveis. Desde os quilos a mais de Axl Rose, até a formação com excessos de produção (e guitarras).

Contudo esse post vem comprovar algumas coisas e nessa viagem no tempo, compartilho com vocês, três versões da mesma música...ouçam sem medo!!!
Guns N' Roses - Nightrain (Live At The Ritz 88)
A banda era aquele estouro que a história nos conta...e com a formação clássica, temos aqui um som mais cru e pesado. Destaco a apresentação de Axl da banda, e procurando entender como tanta camaradagem acabou indo por água abaixo, e o "oferecimento" de Slash a um público bem peculiar da banda.

Ah, e nada de babar nos solos fenomenais do guitarrista mais íconico do rock n' roll:


Guns N' Roses - Nightrain (Tokyo 92')
O ápice de SUPER banda, e o salto de quatros parece que fez muito bem pra banda!

Destaque nessa versão para o puta alcance vocal que Axl consegue...com certeza o auge da sua forma vocal!!! Mas dá pra perceber uma certa "distância" se compararmos com performance de quatro anos antes dessa.

Mas é uma puta apresentação. E não só do seu vocalista, mas a banda como um todo...não babe muito durante o solo de Slash (de novo?):

Guns N' Roses - Nightrain (Live at The Forum - 21/12/11)
Uma intro de respeito, no melhor da jam session. DJ Ashba e Richard Fortus montam riffs sobre uma base bacana de Tommy Stinson no baixo e Frank Ferrer, na batera, enquanto Ron Bumblefoot Thal viaja em sua guitarra de dois braços.

Um Axl que mostra como o tempo passou. Mas como todo Whisky bem envelhecido, se falta a potencia vocal da juventude, sobra em experiência para entender as nuances de uma música que poderia ser estragada por qualquer jovem empolgado tamanha a qualidade musical que sua banda atual demonstra.

E se não temos Slash, temos um Ron Bumblefoot Thal, que me desculpem os saudosistas, não deve em nada para o cabeludo de outrora.

E com esse post gostaria de mostrar que sim, uma banda pode manter a mesma qualidade, sabendo que se reiventar é respeitar o que já foi feito, mas com uma postura única. Axl sempre será Axl, mesmo não tendo mais os agudos estridentes de antigamente.

Uma pena só que uma banda tão extraordinária tenha sofrido com tantas brigas e polêmicas. Mas ainda bem que no final das contas, sempre teremos o bom e velho rock para nos salvar!

O tempo passa para todos nós e o novo Guns N' Roses nos mostra que ficar mais velho não significa piorar.

14 de fevereiro de 2013

Red Hot Chili Peppers live at Rock in Rio 2001


O ano era 2001...Freguesia do Ó, São Paulo...um garoto de pouco mais de 14 anos prepara seu vídeo cassete...para gravar o show daquela banda que havia comprado o primeiro disco, Californication, a quase um ano.

Era tudo novo, era tudo barulhento. Era a puberdade em formato de música. Sonhos, vontades, viagens em notas que soavam como martelo no prego...e o inglês nem era mais barreira para a poesia que invadia o quarto e virava trilha sonora dos games rolando no PS1.

Não tinha idade pra ir ao Rio, muito menos dinheiro (não mudou muito...rs), mas estava se sentindo lá. Fato é que vendo hoje, alguns erros passaram totalmente despercebidos. E mesmo com o pai pedindo silêncio (era um domingo a noite, tinha aula no outro dia), grudou literalmente na TV para continuar gravando aquilo que no momento, era o show da sua vida.
A vibe, a energia, de uma banda e 250 mil pessoas que não estavam de verdade ali pra mudar o mundo...já que ficou já provado de que o mundo não está melhor por aquele e nem outros festivais pelo mundo. A utopia de repetir Woodstock ainda ficou só na vontade.

Pensava isso naquele dia. Que nada, só esperava ansioso a faixa 3 ao vivo. Ou talvez a última. Nem rolaria num show com tanta energia. E assim como todos os outros lá, ali, grudado na TV queria era sim se divertir e curtir um puta show de rock.

Pecado isso? Talvez...mas alguém ligou? Foi só mais um show de rock. História feita...

Ouça no talo...

22 de novembro de 2011

Stay hungry, Stay foolish

Passado o frison pela morte de Steve Jobs...
...publico agora esse vídeo que vale a pena ser visto. Para quem viveu numa bolha nos últimos meses, esse é o vídeo que mostra o discurso de Steve Jobs na graduação da turma de 2005 na aclamada Universidade de Stanford, EUA.

Ainda mais em momentos de mudança...perca 15 de atualizações do Facebook!

Aos amigos e amigas que não tem conhecimento do inglês, cliquem no CC do player, que agora o YouTube disponibiliza legendas. Só clicar em Traduzir legendas e achar o nosso amado português.


28 de março de 2011

Rogério Ceni

...uma homenagem...


...ao maior e melhor goleiro do Brasil...100 gols!