Ainda há esperança fora da Marvel Studios...
...foi com essa sensação que sai da sala após a exibição de X-Men: Primeira Classe (X-Men: First Class, 2011). Após as decepções de X-Men 3 - O Confronto Final e a aventura solo de Wolverine, confesso que não via a hora da Marvel, que já havia arrebentado com Homem De Ferro, a nova versão do Hulk e recentemente com Thor (escrevo sobre ele em breve aqui!), consertar o mar sem fim de "boas intenções" (leia, encher os cofres de grana) da Fox em trazer os mutantes mais famosos das HQ's às grandes telas.
Mas, apesar do resultado final fraco dos últimos dois chutes da Fox, os dólares entraram no caixa. E o que poderia ser mais uma decepção para aqueles que curtem os X-Men, surpreende de forma muito, mas muito positiva.
Confesso que não me agradou a ideia de "primeira classe". Contar uma origem depois de filmes que tinham um histórico que foram do bom, excelente, decepcionante e triste (respectivamente para o primeiro X-Men, X-Men 2, X-Men 3 e Wolverine) era algo arriscado. Talvez a última tentativa em mostrar pra Marvel que a coisa poderia ser consertada. Mesmo tendo uma campanha de divulgação pífia, se comparada ao tamanho que a marca X possui.
O maior trunfo dos X-Men está na questão político-social que permeia todas as discussões do filme. A questão comportamental é pedra fundamental de toda a história. É possível discutir assuntos de relevância para toda a sociedade e é isso o que mais atrai milhares de nerds para esse mundo. E inserindo-se no mundo real, as HQ's também buscam mostrar ao leitor que aceitar o que você é, e se mostrar perante a sociedade, enfrentando as dificuldades, é algo que deve ser feito. São "bandeiras" que o filme levanta. E mostra os dois lados de como se pode fazer isso. A ambiguidade da questão até pode parecer confusa para aqueles que não estão acostumados em ver sujeitos com roupas estranhas (e poderes mutantes) discutirem política, comportamento...assuntos mais próximos do que denominamos importante.
...foi com essa sensação que sai da sala após a exibição de X-Men: Primeira Classe (X-Men: First Class, 2011). Após as decepções de X-Men 3 - O Confronto Final e a aventura solo de Wolverine, confesso que não via a hora da Marvel, que já havia arrebentado com Homem De Ferro, a nova versão do Hulk e recentemente com Thor (escrevo sobre ele em breve aqui!), consertar o mar sem fim de "boas intenções" (leia, encher os cofres de grana) da Fox em trazer os mutantes mais famosos das HQ's às grandes telas.
Mas, apesar do resultado final fraco dos últimos dois chutes da Fox, os dólares entraram no caixa. E o que poderia ser mais uma decepção para aqueles que curtem os X-Men, surpreende de forma muito, mas muito positiva.
Confesso que não me agradou a ideia de "primeira classe". Contar uma origem depois de filmes que tinham um histórico que foram do bom, excelente, decepcionante e triste (respectivamente para o primeiro X-Men, X-Men 2, X-Men 3 e Wolverine) era algo arriscado. Talvez a última tentativa em mostrar pra Marvel que a coisa poderia ser consertada. Mesmo tendo uma campanha de divulgação pífia, se comparada ao tamanho que a marca X possui.
O maior trunfo dos X-Men está na questão político-social que permeia todas as discussões do filme. A questão comportamental é pedra fundamental de toda a história. É possível discutir assuntos de relevância para toda a sociedade e é isso o que mais atrai milhares de nerds para esse mundo. E inserindo-se no mundo real, as HQ's também buscam mostrar ao leitor que aceitar o que você é, e se mostrar perante a sociedade, enfrentando as dificuldades, é algo que deve ser feito. São "bandeiras" que o filme levanta. E mostra os dois lados de como se pode fazer isso. A ambiguidade da questão até pode parecer confusa para aqueles que não estão acostumados em ver sujeitos com roupas estranhas (e poderes mutantes) discutirem política, comportamento...assuntos mais próximos do que denominamos importante.


