Nicolas Cage até que tenta...
...mas na boa, esse filme tem um mar de boas intenções que não funcionam por um único motivo e lhes digo logo mais.
Antes de mais nada quero dizer que curto vários dos trabalhos do Nicolas Cage. Posso escrever um post sobre filmes bacanas como 60 Segundos, A Rocha (com Sean Connery), A Outra Face, Torres Gêmeas e o filme top de sua carreira que foi Despedida em Las Vegas, que lhe rendeu vários prêmios, inclusive um Oscar. Dos mais recentes, posso citar Kick-Ass - Quebrando Tudo (mais um que falarei em breve aqui).
E dou até um destaque para o Motoqueiro Fantasma...que diverte e não ofende ninguém.
Só que ai, de repente, ele se envolve em cada projeto sem vergonha, que só encontro uma única explicação (já que falta de grana não é): muita vontade.
Sério, porque aparentemente, Caça às Bruxas (Season of the Witch, 2011), parece um bom filme. E até diverte em certos momentos. Quer dizer, isso se você não se incomodar com a canastrice encarnada de forma descarada pelos protagonistas da fita. E também pelo diretor, que não se incomoda com os péssimos ângulos de câmera, a péssima fotografia e um ritmo que não consegue salvar o fraco roteiro.
...mas na boa, esse filme tem um mar de boas intenções que não funcionam por um único motivo e lhes digo logo mais.
Antes de mais nada quero dizer que curto vários dos trabalhos do Nicolas Cage. Posso escrever um post sobre filmes bacanas como 60 Segundos, A Rocha (com Sean Connery), A Outra Face, Torres Gêmeas e o filme top de sua carreira que foi Despedida em Las Vegas, que lhe rendeu vários prêmios, inclusive um Oscar. Dos mais recentes, posso citar Kick-Ass - Quebrando Tudo (mais um que falarei em breve aqui).
E dou até um destaque para o Motoqueiro Fantasma...que diverte e não ofende ninguém.
Só que ai, de repente, ele se envolve em cada projeto sem vergonha, que só encontro uma única explicação (já que falta de grana não é): muita vontade.
Sério, porque aparentemente, Caça às Bruxas (Season of the Witch, 2011), parece um bom filme. E até diverte em certos momentos. Quer dizer, isso se você não se incomodar com a canastrice encarnada de forma descarada pelos protagonistas da fita. E também pelo diretor, que não se incomoda com os péssimos ângulos de câmera, a péssima fotografia e um ritmo que não consegue salvar o fraco roteiro.



