Mostrando postagens com marcador Joseph Gordon-Levitt. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Joseph Gordon-Levitt. Mostrar todas as postagens

17 de março de 2016

10 Coisas Que Eu Odeio em Você

Entre vários dos guilty pleasures que tenho...
...esse filme com certeza entra na lista, ali no top 3. Mas pra falar a real, nem ligo muito. Esse post tinha como intuito focar apenas em uma das cenas mais fofas/fodas que vi em um filme adolescente. Sim, essa categoria de filmes inundou os cinemas (e nossos corações) no final da década de 90, começo dos anos 2000.

Mas o que diferencia "10 Coisas que Eu Odeio em Você" (1999) dos demais filmes da sua geração é o elenco. Sim, é preciso admitir que o elenco é o maior trunfo de um filme como roteiro simplório e que se apega em resoluções fáceis. O mais incrível é quando você descobre que essa história é baseada no texto de William Shakespeare, A Megera Domada.
Na história, acompanhamos o primeiro dia de Cameron (Joseph Gordon-Levitt, hilário em suas expressões de perdido) em uma nova escola. Logo de cara, ele se apaixona por Bianca (Larisa Oleynik, o rostinho bonito). Com a ajuda do seu amigo Michael (David Krumholtz, o salvador do filme na questão da comédia), terá que elaborar um plano para poder levar a garota ao baile: arranjar um par para a insuportável irmã da bela, Kat (Julia Stiles, atuando mais do que o papel pede).

A "salvação" para o plano da dupla é o bad-boy da escola, Patrick (Heath Ledger, nem imaginando o futuro brilhante como ator), que faria parte do esquema e levaria a "megera" Kat ao baile.

Bom, à partir daí o filme se desenrola em algumas surpreendentes cenas cômicas e mesmo que o roteiro seja simples, a dinâmica do desenrolar do mesmo é algo fluído e não existe um momento de tédio. O elenco afiado e entrosado dá conta do recado.
Não há como negar que o sucesso foi inesperado. Mais ainda quando o status pop do filme foi elevado pela decolada nas carreiras de Julia Stiles, Heath Ledger e Joseph Gordon-Levitt.

É um filme que diverte e que não faz feio como uma adaptação da obra de Shakespeare. E rendeu algumas cenas icônicas e memoráveis como essa:

Tá, vai me dizer que você não curtiu?

Pois então, guilty pleasure total esse filme! E na verdade, nem ia falar dele além do que pra mim é uma das coisas mais bacanas que um filme pop já entregou ao seu público. Se você não assistiu esse filme, sério, assista, porque a forma como o poema declamado pela personagem da Julia Stiles é tão poderosa, que não tem como não admitir que você torceu pro final previsível.

Gravada em um único take, e com uma interpretação foda...impossível não curtir:

(desculpa ai pela qualidade, não encontrei melhor no YouTube)

Bom, indico sem medo. Praqueles dias de bobeira, tem no Netflix, sempre passa em algum canal da TV (aberta ou fechada) e vale a audiência.
(Bom)


TRAILER:


FICHA TÉCNICA:
10 Coisas que Eu Odeio em Você (10 Things I Hate About You) - 1999 - 97 min. - EUA - Comédia Romântica
Direção: Gil Junger
Roteiro: Karen McCullah Lutz, Kirsten Smith
Elenco: Julia Stiles, Larisa Oleynik, Heath Ledger, Joseph Gordon-Levitt, David Krumholtz, Susan May Pratt, Larry Miller
Site Oficial: n/d



2 de maio de 2015

50%

Às vezes o destino parece trazer algumas mensagens...
...para que possamos refletir sobre o que realmente estamos fazendo das nossas vidas.

Sim, piegas pra caramba, mas realmente isso é o que se sente quando realmente captamos a mensagem além do lugar comum. E é esse sentimento que me pegou depois de assistir 50%.

O filme é uma adaptação do livro I'm With Cancer, que conta a história de como o produtor e escritor Will Raiser descobriu que tinha câncer aos 25 anos e narra como teve que lidar com isso. Acompanhamos a história de Adam (Joseph Gordon-Lewitt - mandando bem mais uma vez), jovem de 27 anos que tem uma vida normal, com uma rotina normal, que não tem vícios, não bebe, não fuma e então, após sentir dores nas costas, em uma consulta descobre que tem um raro tipo de câncer.

50% é o que os médicos estipulam de sobre a chance de sobrevivência e após o choque inicial, entendemos que a vida de Adam nunca mais será a mesma e é essa virada que acompanhamos durante o filme. Durante o primeiro ato, somos apresentados ao melhor amigo de Adam, Kyle (Seth Rogen - mais do mesmo), um cara alto astral total e que faz de tudo para que o amigo não se sinta um coitado por estar uma situação complicada.

5 de janeiro de 2014

Como Não Perder Essa Mulher

Me pergunto como ainda...
...algumas distribuidoras conseguem acabar com a reputação de um filme inventando nomes sem sentido para as versões nacionais. Enquanto a impressão com título nacional é a de que o filme remete a qualquer comédia besteirol do final do anos 90/início dos 00, como American Pie (que ainda é um bom exemplo), o que temos é uma visão totalmente ousada e corajosa de um cara que já vinha se mostrando diferenciado.

Joseph Gordon-Levitt, que já havia ganhado meu respeito com 500 Dias Com Ela, ousa ao jogar para o espectador o que há de mais obscuro de um homem. E vai além, pois além de mostrar um lado que é totalmente camuflado pelas atitudes cotidianas, despe também a real necessidade que todo relacionamento tem para dar certo. E antes que pensem que estou falando do fato relacionado a pornografia, calma que a coisa é mais embaixo.

Jon Martello (Levitt) é tipico esteriótipo do homem "moderno": preocupado com o corpo, com os bens materiais e que mantem seu resquício de humanidade nas tradições familiares e os laços de amizades. Tido pelos amigos com o Don Jon (alusão a Don Juan), Martello se vê em uma situação inédita quando encontra "a mulher dos seus sonhos". Só que esse sonho talvez não esteja ainda muito bem traçado já que ele tem um problema que a principio parece ser inofensivo: seu vício em pornografia.

E em meio a uma vida toda "centrada" no fato de que a pornografia sempre trará mais prazer que uma relação com uma mulher de verdade, Jon é conflitado então pela "mulher dos seus sonhos", Barbara (Scarlett Johansson, linda pra variar). Talvez esteja ai a chance de mudar de vida? Sair de uma vida vazia, onde as mulheres que consegue todas as noites não o satisfazem e poderia então abandonar suas viagens pornográficas para ter a mulher que sempre sonhou?
Como sabemos, a realidade sempre bate de uma maneira muito forte e quando a manipulação, ou apenas, objetividade como cita a irmã de Jon, Mônica (Brie Larson na fala mais assertiva do filme), começa a fazer Jon questionar se suas atitudes são tão erradas assim, ele entra em uma busca por auto-conhecimento que acaba, para sua sorte, encontrando compreensão na figura de Esther (Julianne Moore, sempre excelente), uma mulher que não se sabe ao certo se tem tantos ou mais problemas que nosso protagonista.

Junta-se a pressão pelo seu relacionamento, também entra a pressão da família, ítalo-americana e que cobra dele uma postura mais adulta. Entram ai os alívios cômicos muito bem-vindos por parte do casal Sr. Jon (Tony Danza, hilário) e Sra. Martello (Glenne Headly, igualmente hilária) e que acabam até por ajudar seu filho a entenderem alguns pontos chaves para seu amadurecimento.

A princípio o filme pode ser mal julgado tendo tantas inserções de filmes pornográficos em suas cenas, mesmo que não seja algo explicito. Contudo, tais inserções perderiam sim o sentido se não houvesse um norte a ser traçado. Essa ousadia de Levitt na direção, ora com cortes rápidos, ora com closes e planos mais tradicionais, traz o clima ao espectador do realmente se passa na cabeça de um cara que vai encontrar dentro de si uma parte feia e que não irá lhe trazer nada além de...nada.
Aos encaixarmos as peças (sim amigos, é isso que um bom filme faz...nos deixa pensar) e avaliarmos que na verdade o que causa grande parte dos problemas nos relacionamentos atuais é a falta de dialogo, compreensão e acima de tudo, respeito, conseguimos entender que as mudanças necessárias para que a vida de Jon siga um rumo melhor, vão depender somente da compreensão e entendimento de que os problemas que ele causou, só ele poderá resolver.

Um filme ousado (em partes), com uma linguagem que aparenta ser "comum" mas que na verdade apresenta algumas camadas que ficarão mais fáceis de serem percebidas com o foco certo do espectador. Até porque, temos ai uma crítica muito forte a falta de alguns sentimentos que todos nós buscamos, mas que não temos "paciência" nem "tempo" para buscarmos.

Como veremos, é possível...desde que a mudança parta do maior interessado nela.

obs: vale o crédito para as participações de Anne Hathaway, Channing Tatum, Emily Blunt e Cuba Gooding Jr. como estrelas de cinema...muito bacana!

Trailer

Ficha Técnica
Como Não Perder Essa Mulher (Don Jon) - 2013 - 90 min. - EUA - Drama/Comédia
Direção: Joseph Gordon-Levitt
Roteiro: Joseph Gordon-Levitt
Elenco: Joseph Gordon-Levitt, Scarlett Johansson, Julianne Moore, Tony Danza, Glenne Headly, Brie Larson, Rob Brown, Jeremy Luke, Italia Ricci
Site Oficial: http://donjonmovie.tumblr.com/

20 de maio de 2011

Batman: The Dark Knight Rises

Eis o logo do terceiro filme da série de Christopher Nolan, que salvou a imagem do Homem Morcego.
As filmagens começaram ontem lá nos States.
Além Christian Bale, Morgan Freeman e Gary Oldman, dos dois primeiros, o elenco terá a adesão de Joseph Gordon-Levitt (500 Dias Com Ela), Mario Cotillard e Tom Hardy (A Origem) e Anne Hathaway (Amor e Outras Drogas).
A estréia está prevista para 20 de julho de 2012.

19 de novembro de 2010

Filme | 500 Dias Com Ela

Quando o garoto conhece a garota...

Alguns filmes empreguinam na sua mente. Desde quando li a crítica de 500 Dias Com Ela (500 Days Of Summer) no site do Omelete, ele ficou na minha cabeça. Enfim o consegui, e ficou ali, me provocando, chamando. Algo me dizia para assisti-lo. Eis que um belo dia ao chegar em casa (mais exatamente no último dia 10/10), ele estava passando no Telecine. Foi a provocação final.

O que aparentava ser mais um filme romântico, com a clássica maior de "boy meets the girl", mostrou ser muito, mas muito bacana e melhor do que esperava. Nele conhecemos Tom Hanssen (Joseph Gordon-Lewitt), arquiteto formado, mas que trabalha pela necessidade de trabalhar em uma empresa que confecciona cartões. Sabe aqueles cartões que a gente dá de presente em datas especiais? São esses mesmo. Depois de 4 anos, se dando bem e trabalhando ao lado do melhor amigo, sua vida ia bem, até o dia em que conhece Summer Finn (Zooey Deschanel, linda).

18 de setembro de 2010

A Origem

Christopher Nolan pausa Batman para fazer um dos melhores filmes da década.

Em uma época em que Hollywood sofre de uma "crise" de criatividade, são poucas as idéias originais que surpreendem e agradam. Muitas vezes ou é uma coisa ou outra. Entendo, na minha ignorância cinematográfica, que ao entrarmos naquela sala escura, devemos ser lançados à um mundo totalmente mágico, no sentido mais literal da palavra, para que possamos ai sim dizer que foi feito ali cinema de qualidade.

Christopher Nolan (muitas vezes junto de seu irmão Jonathan), provou em filmes como Amnésia (Memento, 2000) que não seria somente mais uma das várias promessas que surgiram em Hollywood. E ao resgatar o prestígio de uma das maiores figuras do mundo dos quadrinhos, provou que até o Homem-Morcego pode surpreender quando bem guiado. E fazendo pausa na "mina de ouro" que ele mesmo criou, começou a dedicar-se a um roteiro original escrito pelo mesmo e que teria também sua direção. Esse projeto é esse filmaço chamado A Origem (Inception, 2010).

8 de fevereiro de 2010

GI Joe - A Origem do Cobra

Os brinquedos da infância tomam vida pelas mãos do cinema!

Fato que todos nós sabemos, é que Hollywood não perde tempo para beber em fontes lucrativas. Depois de adaptações de sucessos dos quadrinhos, desenhos, livros, games, resolveram adaptar brinquedos para a telona. O sucesso de Transformers está ai que não deixa dúvidas de que quando algo é feito pra agradar o seu público-alvo, a onda é implácavel.

Confesso que quando foi anunciada a adaptação de mais brinquedos para o cinema, e sendo os Comandos em Ação, torci o nariz. Transformers foi um tiro no escuro que acertou o alvo, mas o segundo filme (falo dele em breve) já provou que o olho grande dos produtores começou a estragar algo que era bom.